terça-feira, 27 de setembro de 2011

SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO

PÁRA TUDO AIIIIIIIII.............VAMOS CAMINHAR JUNTOS PELA PAZ NO TRÂNSITO?
E ASSIM FOMOS NÓS PROFESSORES E ALUNOS DOS 9º AOS A e B DA ESCOLA ESTADUAL ANA NÉRI  PARA UMA BLITZ EDUCATIVA.




Prof. Leal, Prof. Viviane.Prof. Cristiane e Prof Renan.










Momento em que nossos alunos abordavam os motoristas para a panfletagem













Nem mesmo a viatura policial escapou da gente...................rsrrsrrsrsrs


Ok a senhora está correta,tenha um bom dia, uma ótima viagem e a blitz no trânsito fica por aqui.










segunda-feira, 26 de setembro de 2011

DESENVOLVENDO UM MAPA CONCEITUAL -

PROINFO EDUCACIONAL
Cristiana Freitas -Juina - MT Setembro de 2011
Este mapa conceitual foi desenvolvido a partir da atividade 1.5 do curso ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC´S.
Cristiana Freitas eproinfo









domingo, 25 de setembro de 2011

ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TECNOLOGIAS DA EDUCAÇÃOS

CRISTIANE FRETIAS emproinfoESTAS SÃO ALGUMAS ATIVIDADES QUE FORAM  ELABORADAS NO INÍCIO DO CURSO: ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TICS.


9-2011
(23/09/2011)
CONCEITO DE HIPERTEXTO

 Conceituando o Hipertexto individualmente. O hipertexto se mostra como uma ferramenta de interação o digital muito interessante pelo fato de conduzir o leitor a muitas áreas de pesquisa sem sair do foco de busca, pelo contrário é uma ferramenta que oferece um ampla fonte de pesquisa sugerindo links com informações mais ou menos profundas ou confiáveis,onde as informações mais importantes são destacadas em formas de links que levam o leitor a seguir dezenas e até centenas de outros sites, blogs, comunidades podendo voltar sempre àqueles que parecerem mai úteis ao leitor. O hipertexto também pode transformar qualquer pessoa em autor uma vez que muitos sites não exigem nomes, pode-se sugerir, opinar, debater, refutar, concordar, modificar os textos encontrados nesta vasta teia (web) na era da informação digital. Confesso que abrir tantas páginas sobre o tema hipertexto me deixou um pouco confusa e muitas vezes sem saber se seguiria o link adiante ou voltava ao link anterior, depois me acalmei e fui lendo cada página e observando as informações que seriam de maior utilidade em minha pesquisa sobre a temática proposta na aula de hoje. Acostumei-me a esta ferramenta e já posso me utilizar da mesma de forma razoável, desde o último texto postado na atividade 2.2. 

  
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(22/09/2011)

 Atividade 2.2 Navegando em busaca do conceito de hipertexto.


Aproximadamente 151.000 resultados foram mostrados ao digitar a busca de que necessitava para esta pesquisa indicando que é um conceito amplamente divulgado na web para quem tiver vontade de aprender do que se trata.O primeiro item da pesquisa me levou a Wikipédia que me trouxe a etimologia da palavra hipertexto termo cunhado em 1965 pelo estadunidense Ted Nelson, pioneiro em tecnologia da educação.Dentro deste link resolvi clicar na palavra Ted Nelson que me conduziu a esta definição... Theodor Holm Nelson, ou simplesmente Ted Nelson, é um filósofo e sociólogo estadunidense nascido em 1937. Pioneiro da Tecnologia da Informação, inventou os termos hipertexto e hipermídia, em 1963, e os publicou em livro, no ano de 1965. Também inventou os termos transclusão, transcopyright e virtualidade.Depois visitei o blog http://professorabraga.blogspot.com/2009/04/conceito-hipertexto-2-medio.html li algumas coisas interessantes que resolvi copiar como” O hipertexto é um texto que permite ao leitor ir de um bloco de informações a outro(s), situado(s) dentro do próprio texto ou fora dele. No caso do texto escrito, podem ser consideradas como hipertexto as notas de rodapé, indicações de remissões, índices, sumários, bibliografias, citações que permitem a movimentação do leitor. A situação muda bastante, quando se fala de hipertexto eletrônico ou digital, conceito que para muitos estudiosos equivale ao de hipermídia. o texto que segue servirá para uma discussão na próxima aula, leia e elabore um conceito do que você entendeu de hipertexto.’’ Ao visitar vários sites confesso que me senti confusa com tanta informação sobre um único tema, ás vezes pensava em retornar mas apenas em sites onde o assunto estivessem bem claros e consistentes gostei de saber o nome do mentor do hipertexto ,embora ainda não tenha conseguido me apropriar do assunto a ponto de discuti-lo com propriedade e autoridade de forma independente do livro. 

(22/09/2011)

 Observando o Portal do professor me veio a mente o quanto o portal é fechado em si mesmo, ou seja é bem focado em uma úinica direção: Educação. Mas quando naveguei livremente ao sabor do cursor visitei sites de comunidades de artes de entretenimento,sites de moda, receitas culinárias, enfim uma viagem aos lugares mais divertidos para a vaidade feminina de forma ampla sem um foco definido. 


  

(22/09/2011)
O QUE É UMA WEBQUEST?

WebQuest é uma metodologia de pesquisa na internet, voltada para o processo educativo, estimulando a pesquisa e o pensamento crítico. Navegar na internet pode ser um processo de busca de informações valioso na construção do conhecimento, gerando um rico ambiente interativo facilitador e motivador de aprendizagem, bem como pode ser um dispersivo e inútil coletar de dados sem relevância que não agregam qualidade pedagógica. WebQuest pretende ser, e tem mostrado sê-lo efetivamente, uma metodologia para motivar alunos e professores, num uso da internet voltado para o processo educativo, estimulando a pesquisa, o pensamento crítico, o desenvolvimento cognitivo, a produção de materiais e o protagonismo dos alunos. Em linhas gerais, uma WebQuest parte da definição de um tema e objectivos por parte do professor, uma pesquisa inicial e disponibilização de links seleccionados acerca do assunto, para consulta orientada dos alunos. Estes devem ter uma tarefa, exequível e interessante, que norteie a sua pesquisa. Para o trabalho em grupos, os alunos devem assumir papéis diferentes, como o de especialistas, visando gerar trocas entre eles. Tanto o material inicial como os resultados devem ser publicados na web, online. Disponívelemhttp://geoescola.org/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=34&Itemid55.ás 20:21dia22/09/2011. 


  
  09-2011
(09/09/2011)
O PROFESSOR E SUAS MULTIPLAS FUNCIONALIDADES Ao lecionar temos em nossas mãos a tarefa de aprender e simultâneamente organizar o aprendizado de nossos alunos ao entrelaçar nosso fazer pedagógico ao pensamento de Freire temos que ser bons ouvidores, bons planejadores,bons mediadores de conflito dentro e fora de sala de aula.Me considero uma professora bastante profissional em relação ao ensinar e aprender, que procura estar sempre antenada em atividades novas e atrativas(o que é uma busca constante) que promovam a curiosidade e o aprendizado do meu aluno de maneira eficaz e satisfatória para ambos, sou alguém que enxerga a Educação como um fator extremamente relevante para o individuo em todas as etapas de sua existência. Talvez por este motivo sou encarada pelo meus alunos com o uma professora exigente, mas gente que tenta oferecer o melhor de si ao decorrer do processo 




  
(09/09/2011)


 ENTREVISTA DO PROFESSOR DR° LADISLAU DOWBOR ( YOUTUBE,2011 ACESSO17 DE AGOSTO )
 “....precisamos de uma escola menos lecionadora e mais organizadora do conhecimento e articuladora dos diversos espaços do conhecimento...” Nesta fala de Dowbor percebe-se uma verdade bastante contundente ante a modernidade escolar,ante a preocupação de ensinar e ensinar bem, muitas vezes nós professores sobrecarregamos nossos alunos de atividades.Porém nem sempre estas atividades atendem á demanda social do aluno, ensinamos sobre temáticas que continuam deixando vazia a gama de necessidades de nosso aluno. Ao pensar sobre esta preocupação de Dowbor percebe-se que surge daí uma necessidade de trabalharmos o aluno dando foco principal ao ato de organizar o conhecimento produzido a cada aula,estruturar as aprendizagens de modo que o aluno possa se utilizar de tudo que é aprendido tantos na áreas de linguagem,exatas ou humanas. Em outras palavras é necessário ensinar o aluno a falar bem para atuar em situações de rotina como ir a uma consulta médica ou uma entrevista de emprego, ter noções reais da aprendizagem praticada e recebida em cada momento do ensino-aprendizagem. 

  
(09/09/2011)


QUEM SPO EU COMO PROFESSOR E APRENDIZ?
ATV 1.2  Me considero uma professora bastante profissional em relação ao ensinar e aprender, que procura estar sempre antenada em atividades novas e atrativas(o que é uma busca constante) que promovam a curiosidade e o aprendizado do meu aluno de maneira eficaz e satisfatória para ambos, sou alguém que enxerga a Educação como um fator extremamente relevante para o individuo em todas as etapas de sua existência. Talvez por este motivo sou encarada pelo meus alunos com o uma professora exigente, mas gente boa. 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PROJETO DE LEITURA: SÓ APRENDE QUEM LÊ

ATIVIDADE  3.3
ESTE É UM PROJETO QUE FOI DESENVOLVIDO COM TODAS AS SÉRIES FINAIS NA ÁREA DE LINGUAGEM.




1. Introdução



Quando pensamos em leitura, logo nos vem à mente a ideia de atividade mecânica de decodificação dos signos. No entanto, ler é mais que isso, é atribuir um significado ao texto, seja ele verbal ou não verbal, o qual é entendido como processo e não produto, já que é construído na interação. Além do mais, a leitura é uma forma de percepção, posto que ela não se reduz ao texto, mas também à realidade, ao mundo que nos rodeia, que é, inclusive, objeto de nossas primeiras leituras, como assegura Paulo Freire.
Todavia, afirmam Silva e Abjadid (2005) que quando nos referimos à leitura de textos, é importante sabermos que só há atribuição de significados quando o leitor associa ao conhecimento de mundo um conhecimento linguístico. É o que se chama de interação de diferentes níveis de conhecimento. Ao se apropriar desses saberes, o leitor ficará apto à leitura e, consequentemente, terá mais chances de alcançar o conhecimento. Desse modo, quando mais conhecimento de mundo e mais conhecimento da língua alguém possua, mas apto estará
para ler.
O projeto que se propõe traz essa discussão quando recomenda mais leitura nas aulas ministradas por professores. A ideia principal é, em colaboração com professores de português, criar metodologias em que a leitura seja a meio principal de acesso ao conhecimento. Para isso, o que se pretende é integrar professores de áreas diversas, para discutir, elaborar e aplicar estratégias que visem desenvolver as competências leitoras nos alunos.
2.Justificativa
A prática escolar tem-nos comprovado que sem leitura torna-se quase impossível ao aluno o prosseguimento nos estudo como rege a LDB 9.394/96, art. 35, dentre outras finalidades que ali se propõe. O relativo número de alunos em nossa escola, que apresentam dificuldade de leitura, bem como o baixo nível de interpretação me inquietou, levando-me a questionar minha própria prática e a rever meu papel social na escola. Levando em conta o já citado, constatou-se que uma das causas que mais contribuem era a dificuldade de leitura entre os alunos. A unanimidade dos colegas em relação a isso nos deu fôlego e impulso para elaborar este projeto, já que tal situação não poderia continuar a existir.
A ausência de estratégias, ou mesmo de atividades, de leitura direcionadas, em detrimento de aulas de gramáticas, que pouco favorecem o uso efetivo da língua (seja por meio da leitura seja por meio da escrita), e nem desenvolvem a competência crítica discursiva dos alunos, posto que se centralizam na memorização de nomenclaturas, classificação de elementos, dentre outros conteúdos ineficazes do ponto de vista funcional e pragmático da língua, conforme Antunes (2003), têm deixado as aulas de português um tanto quanto “improdutivas”. Por causa disso, sobra pouco, ou quase não sobra, tempo para atividades de leitura, produção de textos, atividades orais, as quais permitiriam ao aluno um domínio muito maior do conhecimento da língua. Soma-se isso a concepção de que ensinar a ler e a escrever sejam tarefas apenas do professor de português. São poucos os professores de outras áreas do saber que se preocupam com aspectos textuais dos trabalhos de seus alunos, por exemplo.
É evidente que não se aprende a ler, nem dominar estratégias de leitura, de uma hora para outra. Daí o porquê de a escola primar por esse aprendizado ao longo do currículo pelo qual o aluno deva passar. E mais, atividades dessa natureza não devem ocorrer de forma individualizada, mas devem ser incorporadas por todos os professores para que surtam resultados positivos, visto que nenhuma disciplina prescinde desse saber. O aluno que saber ler tem chances enormes de transitar por qualquer área do conhecimento sem maiores dificuldades: será capaz de interpretar problemas matemáticos; aplicar fórmulas adequadas em questões de física; compreender melhor as relações químicas; associar conhecimentos históricos, filosóficos, e até sociológicos, com os de literatura, ou de outras áreas; criar, a partir do que ler, seus próprios conceitos; produzir textos com mais facilidade, posto que será capaz de organizar de forma lógica o que aprende; perceber que determinadas construções da língua, se utilizadas em situações e com intenção diferentes, implicarão sentidos inversos, como no caso da ironia; e tantas outras situações e atividades que poderíamos enumerar aqui. Tornando-se um bom leitor, o aluno terá mais acesso às informações,podendo exercer de fato sua cidadania. Do exposto é que se justifica a implantação e execução deste projeto.

3. Objetivos:
Geral: Desenvolver a competência leitora nos alunos, a fim de favorecer o aprendizado e diminuir a evasão durante as aulas de leitura.
Específicos:
Incentivar o professor a ler, para ampliar seus conhecimentos e poder auxiliar o aluno no processo de ensino-aprendizagem.
Utilizar nas aulas diversas estratégias de leitura e com os mais variados gêneros textuais;
Auxiliar o aluno na leitura de textos a partir de mecanismos de coesão.
Desenvolver atividades para as quais a leitura seja o meio principal.

4.Metodologia:
Para a realização deste projeto, várias ações devem ser desenvolvidas, tais como: Realização das oficinas: para esse momento, devem-se reservar pelo menos duas horas-aula , discussão, elaboração de aulas, escolha dos recursos, textos, e de ambientes em que poderão ocorrer as aulas, como laboratório das TIC, biblioteca, sala de aula, ou outro espaço. Lembrar que, periodicamente, os alunos se reunirão para socializar suas experiências, rever estratégias, discutir o processo, criar seus textos, etc.



Atividades práticas:
Para essa etapa, deve ficar claro que cada aluno precisará ser dinâmico e criativo e possibilitar o contato com todos os tipos de gêneros textuais que irão facilitar a construção do conhecimento (slides, charges,imagens, textos dissertativos, histórias, transparências, gráficos, painéis, álbum seriado, vídeos, blogs, mapas, etc...). O uso desses recursos deve estar pautado nas estratégias de leitura, que serão diferentes, dependendo do tipo de texto a ser utilizado e da metodologia a ser aplicada. O uso da biblioteca, dos ambientes das TICs, ou de outro pré-estabelecido, irá depender da metodologia que o professor programe o encontro com os alunos. E é interessante que aja, inclusive, mobilidade quanto aos ambientes de aprendizagem, com já propõem várias teorias contemporâneas, pois isso dinamiza e torna as aulas menos corriqueiras. Vale lembra que, cada professor, deve ter em mente que o foco não é o conteúdo da aula, mas a leitura desse conteúdo, ou seja, facilitar, auxiliar o aluno à leitura desses conteúdos, fazendo inferências, questionamentos, discutindo opiniões, indicando pistas lingüísticos, etc. Tudo para fazer o aluno construir o conhecimento a partir do que ler, tornado-o mais independente.


Avaliação:
Não deve haver uma fórmula de avaliação. E nesse caso, deve-se primar pelo caráter qualitativo, ou seja, participação dos alunos nas atividades, suas possíveis leituras, inferências, construção de textos realizados a partir de suas leituras, etc. As estratégias de leitura são diversas, mas deve-se ter cuidado para não reduzir à avaliação a momentos isolados. A melhor avaliação, nesse caso, deverá ocorrer ao longo do processo de ensino-aprendizagem. No entanto, nada impede por exemplo que, em datas definidas, se possa fazer socialização de trabalho construídos pelos alunos nas aulas, como por exemplo: cartazes, comentários, construção de conceitos, seminários, resenhas, desenhos, etc., os quais podem ser aproveitados como estratégias de ensino, além de servirem para apontar possíveis resultados do projeto.


5.REFERÊNCIAS:

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
_______________. Por uma gramática além das pedras. São Paulo: Parábola, 2005.
_______________. Lutar com palavras. Coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia (Orgs.) Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo, Parábola,
2005.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 4ª Ed. São Paulo: Vozes, 2003.
FÁVERO, Leonor. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLE, Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2006.
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. 26ª Ed. São Paulo: FGV, 2006.
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 1994.
KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1990.
KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção Textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2007.
NAVARRO, Pedro (Org.). Estudos do texto e do discurso: mapeando conceitos e métodos. São Paulo: Clara Luz, 2006.
PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 3ª Ed.São Paulo: Respel, 2001.








NÃO FOI FÁCIL LER COM ESTA TURMINHA MAS...



VEJAM SÓ...

 LENDO, LENDO, LENDO... QUE LINDO!


CONCENTRADOS..


LENDO E APRENDENDO...
 CANTINHO DA LEITURA PARA TODOS...ATÉ PARA OS GRANDINHOS...

SÓ APRENDE QUEM LÊ

EU LEIO
TU LÊS
ELE LÊ
NÓS APRENDEMOS